A vida e o legado de uma artista única: DALIDA.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

"Que sont devenues les fleurs?"

"Que sont devenues les fleurs?" me revelou DALIDA. A linda letra de alguém que recorda tempos gloriosos e questiona levemente um comportamento esquecido da pureza das flores, não só é cantada como encantada pela divina voz de Dalida; o leve acompanhamento do violão suaviza ainda mais a canção.


"Que sont devenues les fleurs?" foi lançada originalmente no compacto com outras 4 canções, de 1962 ; foi composta por  P. Seeger, J.Hickerson, G.Beart, editada em 1962 por Polygram ~ Barclay ~ Orlando Production.

Encante-se:


Que sont devenues les fleurs du temps qui passe
Que sont devenues les fleurs du temps passé
Les filles les ont coupé elles en ont fait des bouquets
Apprendrons-nous un jour apprendrons-nous jamais
Que sont devenues les filles du temps qui passe
Que sont devenues les filles du temps passé
Elles ont donné leur bouquet aux gars qu'elles rencontraient
Apprendrons-nous un jour apprendrons-nous jamais
Que sont devenus les gars du temps qui passe
Que sont devenus les gars du temps passé
A la guerre ils sont allés à la guerre ils sont tombés
Apprendrons-nous un jour apprendrons-nous jamais
Que sont devenues les fleurs du temps qui passe
Que sont devenues les fleurs du temps passé
Sur les tombes elles ont poussé d'autres filles les vont les couper
Apprendrons-nous un jour apprendrons-nous jamais.

(Tradução:
"O que aconteceu com as flores?"
O que aconteceu com as flores da passagem do tempo
O que aconteceu com as flores do passado
As meninas fizeram corte bouquets
Nós aprendemos um dia nós já aprendemos
O que aconteceu com as meninas da passagem do tempo
O que aconteceu com as meninas do passado
Eles deram suas bouquet para os caras que se encontraram
Nós aprendemos um dia nós já aprendemos
O que aconteceu com o cara que passa o tempo
O que aconteceu com os caras do passado
Na guerra, eles entraram em guerra caíram
Nós aprendemos um dia nós já aprendemos
O que aconteceu com as flores da passagem do tempo
O que aconteceu com as flores do passado
As sepulturas têm empurrado as outras meninas vai cortar
Nós aprendemos um dia
nós já aprendemos.)


 
Capa do compacto de 1962.


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segunda-feira, 20 de junho de 2011

"Princesa" e "Rainha do Egito" - 1954

Bonne nuit! 
Depois de um tempo sem postar, inauguro com este o NOTAS DA HISTÓRIA, com acontecimentos sociais e pessoais envolvendo nossa Estrela, DALIDA!


Com filas virando a esquina da Prefeitura de Paris todos os dias, a exposição"Dalida, Une Vie", teve o prazo estendido até o final de setembro/2007, mas a foto ao lado não está nesta que é a primeira exposição promovida em homenagem à estrela.

Em 1954, Cleopatre e a então Yolanda, disputaram com outras beldades o título de Miss Egito, na cidade do Cairo. Yolanda, ainda de cabelos escuros, ganhou o cetro e a coroa, enquanto Cleopatre foi a primeira princesa. Anos depois, Yolanda se tornaria o incrível mito Dalida e Cleopatre, cidadã do mundo, se mudaria com a família para o Brasil.

Belas e louras, as 2 amigas foram clicadas nos anos 70, em Paris, numa festa chiquérrima da chez Pierre Balmain, um dos estilistas preferidos de Dalida. Títulos à parte, as nobres filhas egípcias nunca perderam a majestade!


p.s.: merci infiniment à Ovadia Saadia, filho-faraó de Cleopatre, que enviou a foto antológica.

Créditos: Publicação original de  http://parisxicxic.blogspot.com/   (consulte na coluna de sites).

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terça-feira, 7 de junho de 2011

DALIDA em DVD no Brasil

Finalmente no Brasil registros em vídeo de DALIDA!

A produtora Magnus Opus, de São Paulo, lança em DVD registros raros e de especiais de televisão de DALIDA, num retrospecto completo de sua carreira.

São 9 DVDs individuais ou 3 Boxes com 3 cada retratando mais de 20 anos de uma carreira de sucesso!

A Livraria Cultura já os tem e disponibiliza pra venda nas lojas físicas e também no site (consulte coluna à direita).

Os grandes clássicos da música francesa e mundial reunidos nessa magnífica coleção: LES TEMPS DE FLEURS, DARLA DIRLADADA, GIGI L'AMOROSO, CIAO AMORE CIAO, MADONA, BAMBINO, J'ATTENDRAI e muitas outras.

Box dos Volumes 1 ao 3

Box dos Volumes 7 ao 9


COME PRIMA também está nesta Coleção:



Salvo os estojos, os discos tem excelente qualidade. Vale a pena conferir!

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

O LEGADO DE UMA VIDA ARTÍSTICA

Mesmo com o fim de sua jornada, DALIDA permeneceu a conquistar fãs mundo à fora.
Em 1988, a Enciclopédia Universal encomendou uma pesquisa que foi publicada no “Le Monde”, cujo objetivo seria revelar as personalidades de maior impacto na sociedade francesa. Dalida levou o segundo lugar, perdendo apenas para o General de Gaulle.


Em 1992 foi lançada a primeira série trazendo toda sua obra discográfica, distribuída em dois tomos, "Les Années Barclay", composto de 10 CDs. Em 1997 sua gravadora lança "Les Années Orlando", box composto de 12 CDs.

Em 1997, no cruzamento das ruas Girardon e Abreuvoir , o "Butte Montmartre" em Paris, foi reinaugurado com o nome de Place Dalida (Praça Dalida) e um busto de Dalida foi erigido ali.

Em 1999 a peça "Solitudini - Luigi Tenco e Dalida", escrita e dirigida por Maurizio Valtieri, foi apresentada em Roma.

Em 2000, seu amigo de longa data Charles Aznavour gravou o sucesso "De La Scène À La Seine", uma canção alegre sobre sua vida na França, e em 2002, o Governo Francês homenageou sua memória com um selo postal feito em comemoração ao 15º aniversário de sua morte.

No mesmo ano, o Grupo Universal Music relançou os primeiros álbuns de DALIDA em embalagens de edição especial, tendo todas suas faixas remasterizadas digitalmente. Sua saída da música também foi tema para vários álbuns de remixes. DALIDA vendeu um total de mais de 130 milhões de cópias de 1956 a 2006. Desde sua morte, muitos dos sucessos de DALIDA foram remixados no estilo techno e dance, sendo sucesso em vários países até os dias de hoje.

Em 2005, sua vida foi tema de um documentário para a TV em duas partes, trazendo no papel de DALIDA a atriz Sabrina Ferilli.

De 11 de Maio a Setembro de 2007, o Paris City Hall comemorou o 20º aniversário da morte de DALIDA com a exposição de suas roupas e fotografias inéditas.

Seu irmão, Orlando, cujo nome verdadeiro é Bruno, quem foi seu produtor e empresário detém os direitos de imagem e fonográficos da cantora.

Aqui, um dos maiores remixes de DALIDA, numa inspiração cigana:
GÉNÉRATION DALIDA


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domingo, 29 de maio de 2011

LE PALMARÈS (Os Prêmios)

A carreira de sucesso de DALIDA fez com que fosse laureada por todos os lados: indústria fonográfica, políticos, crítica especializada e, belo seu bem maior: o público. A enorme lista abaixo confirma isso:

* DALIDA gravou em sete idiomas. Seria difícil enumerar todas as canções gravadas mas foram cerca de 500 em francês, 200 em italiano e outras 200 em diferentes línguas como alemão, espanhol e japonês;


 

* Ganhou o Prix Mondial du Succès du Disque, 1963;

* O Disco de Platina em 1964, espacialmente por ser a primeira cantora a ultrapassar a vendagem de 10 milhões de discos;

* Premiada com o "Canzonissima", o maior show na TV italiana, no biênio 1967-1968;

* Em 1968, a Medalha da Cidade de Paris;

* Em Junho de 1968, a Câmara dos Intelectuais "Commandeur des Arts, Sciences-Lettres", lhe premiam com a Cruz de Vermeil, no Palácio da Mutualidade.
Nesse mesmo ano, em 05 de dezembro na Câmara Municipal, DALIDA Recebeu a Medalha da Presidência da República, concedida pelo então Presidente da República Francesa General Charles De Gaulle; premiação concedida a nenhum outro artista.
  Esta solenidade foi idealizada por De Gaulle, não apenas por DALIDA ser a cantora de maior destaque da música de língua francesa, mas também por "sua bondade, sua modéstia ", além de "os adornos nobres de seu talento inquestionável";

* 1971, Diamond Award pelos 25 anos de um sucesso;


* DALIDA já vendeu 100 milhões de discos em todo o mundo e esse sucesso foi coroado pelo Prix Mondial du Succès du Disque, de 1974. Neste ano, DALIDA era número 1 em vários países: com "Gigi L'Amoroso" em 9 países e "Il venait d'avoir dix-huit ans", em outros 3;

* DALIDA recebeu em 13 de janeiro de 1975 no Olympia, o Disco de Platina pela venda recorde do disco GIGI L'AMOROSO na
Bélgica, Holanda e Luxemburgo, quebrando o recorde anterior que pertencia a Frank Sinatra em 1966 com "Strangers In The Night ";



* Em 12 de fevereiro de 1975, DALIDA recebeu na Câmara Municipal de Paris, o Prix de l'Académie du Disque Français, categoria música, pela canção
"Il venait d'avoir dix-huit ans";

* 6 Prêmios da Rádio Monte Carlo;

* Prêmio
Plusieres de Radio Luxembourg, em 28 de outubro de 1970, em Luxemburgo;

*
Prêmio Triomphe de la Chanson, em 1973;

* Em 20 diferentes países, 52 Discos de Ouro;

* 1981, Prêmio
Golden Europa na Alemanha na categoria "Show Mais Popular";

* 1982, de acordo com uma pesquisa realizada pela revista Paris-Match sobre as mulheres que exercem mais influência sobre os franceses, DALIDA era a única mulher do show-business a ser indicada, depois de Simone Veil, e Danielle Mitterrand ano de 1981;


* 1985, em pesquisa do "Tele 7 Jours", o cantor favorito dos franceses ": DALIDA, aparece entre os três primeiros lugares;


* Janeiro de 1986: pesquisa "VSD" aponta as cantoras preferidas dos franceses: entre Mireille Mathieu e Jeanne Mas, figura DALIDA;


* 20 de janeiro de 1988: Por ocasião do seu 20 º aniversário, a Enciclopédia Universalis SOFRES solicitou um levantamento sobre os eventos que marcaram a maioria dos franceses, 1968-1988.
Os franceses e estrangeiros (o mundo da política, ciência, cultura, etc ...) que foram os mais influentes na França permanecem os mesmos desde o resultado desta primeira pesquisa até os dias de hoje: General de Gaulle com 16%; a morte de Dalida com 10%; João Paulo II com 7%; Madre Teresa de Calcutá com 6%.



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Toujours dans nos coeurs!!! (Eternamente em nossos corações).

Dalida havia voltado dos shows da Turquia no dia 30 de abril de 1987, estava diferente nos últimos tempos, parecia um tanto deprimida, e ainda naquele ano, havia voltado a fumar, depois de ter parado com o vício havia dez anos.
Ela havia combinado com uns amigos de ir ao teatro na noite de 2 de maio, mas durante a tarde daquele dia, Dalida recebeu um telefonema de François Naudy dizendo que não poderia ir ao teatro, Dalida ficou triste por causa da ausência de seu namorado, ainda mais naquela época em que se sentia tão frágil. Na noite do sábado de 2 de maio, Dalida não vai ao teatro como combinado, dispensa todos os empregados da sua mansão naquela noite, deixando apenas um recado para a sua camareira Jacqueline para que no dia seguinte não a acordá-se antes das 17h00.
No interior de sua mansão na Rua d'Orchampt, no distrito de Montmartre, de madrugada, ela trancou seus cachorros e subiu para seu quarto; preparou-se a dormir e foi em direção à escrivaninha de seu quarto, aonde já estavam as pílulas de barbitúricos, que usava para ajudar a dormir, Dalida ingeriu uma quantidade fatal de pílulas, de punhado em punhado, regados a goles de uísque.
Depois de ingerir os remédios, Dalida coloca óculos de sol, deita em sua cama e apaga a luz do abajur para tentar dormir.
Dalida morreu algumas horas depois, sozinha e triste, deitada em sua cama, deixando duas cartas: uma para seu irmão e produtor Orlando e outra carta para o seu namorado François Naudy. O conteúdo das cartas nunca foi revelado. A única frase revelada foi de um terceiro escrito, em uma folha branca:
"Perdoem-me, a vida se tornou insuportável".
Na tarde de 3 de maio de 1987, foi a sua camareira Jacqueline que descobriu Dalida morta no seu quarto. Sua morte foi confirmada às 20h00 daquele triste domingo. Quando a notícia oficial da morte da Diva chegou em todas as revistas, jornais, rádios e TVs, a grande surpresa e comoção nacional tomou conta da França. O país que primeiro reconheceu seu talento artístico e o Mundo perdiam uma das maiores interprétes francesas de todos os tempos e que ficaria para sempre nos corações de todos. Muitas ruas de Paris foram fechadas por grades que seguravam os milhares de fãs desesperados, tristes e desamparados pela morte de sua Maior Diva.
A cerimônia religiosa do funeral ocorreu, de corpor presente, no dia 7 de maio de 1987 na Igreja de la Madeleine, em Montmartre, presenciada de muitos políticos, chefes de estado, fãs, amigos e familiares de Dalida.  Depois da missa centenas de milhares de pessoas acompanhavam o trajeto do caixão da Dalida até o cemitério de Montmartre para o enterro da Diva.
Orlando, irmão e empresário de Dalida encarregou o escultor Alsan para fazer uma estátua em tamanho real da cantora para ser posta no túmulo. Atrás da estátua, um grande portal de mármore e um canteiro com arbustos cercam o túmulo, que é um dos mais floridos de Paris.
Uma praça no distrito de Montmartre foi-lhe homenageada.


Mas este não é o fim da história pois o legado de um artista jamais morre.

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1976: Uma nova DALIDA (última parte)

O ano de 1976 significou uma reinvenção de carreira para Dalida; o lançamento que é considerado o primeiro single de disco music francês, "J’Attendrai". Na mesma época, a popularidade dos shows de variedades era febre na mídia, e Dalida fez inúmeras apresentações de TV nessa época, não só na França mas em toda Europa. Em 1978, gravou "Salma Ya Salama", composição francesa com inspiração árabe, que originalmente fora gravada em francês, e dado a seu grande sucesso foi versionada para o árabe, italiano e alemão.
Essa e outras canções em árabe gravadas por Dalida (como "Helwa Ya Baladi", e "Ahsan Nas") se tornaram extremamente populares no Egito, fazendo de Dalida a única cantora a quebrar a barreira entre a Música Árabe e a Música Ocidental. Sua amiga, a cantora libanesa FAIROUZ foi outra grande artista a cruzar as fronteiras musicais, mas no lado oposto, do Oriente para o Ocidente, com seu imenso sucesso em toda Europa, América do Norte e do Sul e Austrália.
O sucesso de "Salma Ya Salama" foi seguido pelo primeiro single francês de medleys, "Génération ‘78", em estilo disco, trazendo alguns de seus maiores sucessos. Esse também se tornou o primeiro single francês a ser acompanhado de um videoclip. Em Novembro daquele ano, Dalida apresentou um musical Broadway no Carnegie Hall de Nova York, com coreografia de Lester Wilson, quem criou as coreografias de John Travolta no ano anterior para o filme Saturday Night Fever. Dois anos depois, acompanhando o sucesso de "Laissez-Moi Danser" no Verão de 1979.

Videoclip de J'ATTENDRAI:



1980 foi um ótimo ano para a carreira de Dalida: ela muda o cabelo, o corpo e apresentou seus novos sucessos, Dalida dá um toque de "Broadway" em Paris. Ela se lança no maior espetáculo de sua carreira, em Janeiro de 1980 no Palais des Sports em Paris, com extravagantes e luxuosos figurinos para suas novas músicas dançantes. Como se fosse uma nova Dalida, ela usava vestidos suntuosos, corpetes com meia calça e aparecia seminua nos palcos, cheia de lantejoulas e brilhos dourados, dançando e cantando como nunca, como uma Deusa com seus 47 anos. Uma mulher sensual, elegante, linda que encantava a todos com seu brilho, exaltando as belezas de seu corpo. Mas apesar de toda a sua glória, seu vida pessoal afundara de vez.
Em 1981, Dalida se separa de Richard que era apresentado como tendo problemas mentais, ele era alquimista e dizia ter poderes paranormais como ressuscitar animais mortos, transformar metal comum em ouro, como também dizia também ser a reencarnação do misterioso Conde de St. Germain que viveu no século XVIII. Richard acabou se suicidando em 1983.

 O ano de 1981 ficou marcado com o lançamento de "Rio do Brasil". Neste ano também Dalida se apresentou no Olympia, repetindo o espetáculo do Palais des Sports no ano anterior. Na noite de sua primeira apresentação no Olympia ela se tornou a primeira cantora do mundo a ser premiada com um Disco de Diamante (ao lado), em reconhecimento de suas magníficas vendagens que até aquele ponto da carreira passavam os 86 milhões de discos.
Dalida passou grande parte de 1982 e 1984 em turnê, lançando o álbum "Les P'tits Mots" em 1983 que trazia grandes hits como "Lucas", "Femme", uma versão francesa de "Smile" de Charles Chaplin, e "Mourir Sur Scène". O álbum "Dali" foi lançado em 1984, e foi acompanhado do lançamento de diversos singles, incluindo "Soleil", "Pour Te Dire Je T’Aime", versão francesa para “I Just Called To Say I Love You" de Stevie Wonder, e "Kalimba de Luna", originalmente gravada por Tony Esposito. Todos estes três apresentaram moderados números de sucesso, e seu próximo álbum, em 1986, "Le Visage de L’Amour", seria seu último álbum de canções totalmente inéditas (Com exceção da última canção, sendo esta "Mourir Sur Scène").

A Clássica MOURIR SUR SCÈNE: 



Dalida foi submetida a duas intervenções oftalmológicas em 1985, a obrigando a dar um intervalo em sua carreira, mas isso não a impediu de gravar mais dois grandes sucessos naquele ano: "Reviens-moi" e "Le temps d'aimer".
Ainda em 1985 ela começa um romance com seu médico François Naudy, mas o romance não era satisfatório, ele era um homem frio e ausente, o que fazia Dalida sofrer, mas eles ainda ficaram juntos durante dois anos.
Em 1986, ela faria o papel de uma jovem avó no filme de Youssef Chahine "Le Sixième Jour", cuja participação teve positiva repercussão por parte da crítica. Ainda em 1986, ela ainda gravaria mais alguns sucessos como "Parce que je ne t'aime plus", "Les hommes de ma vie", uma nova versão de "La danse de Zorba" e uma canção sobre o seu filme "Le sixiéme jour", esta que viria a ser a última canção gravada de sua vida.
No ano seguinte, 1987, Dalida diminuiu o ritmo acelerado da sua carreira; foram poucas as vezes em que apareceu na TV. O relacionamento com François Naudy era algo angústiante, Dalida sentia um grande vazio na alma; mesmo assim, fez algumas aparições públicas, na premiação do César em março, uma visita ao seu Fã-Clube em 5 de abril e sua última apresentação, na Turquia, aonde ela cantou para o presidente do país, no final de abril de 1987.

Sucesso do Verão de 1979, 
LAISSEZ-MOI DANSER (Monday, Tuesday)



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